A decisão segue a regra anual de reajuste do setor farmacêutico, supervisionada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, mas já acende um alerta entre pacientes que dependem do medicamento — principalmente devido à alta procura nos últimos meses.
🟠 De acordo com a fabricante Eli Lilly, o reajuste pode chegar a até 1,13%, percentual máximo permitido para medicamentos classificados no nível 3 — categoria que inclui produtos com pouca concorrência no mercado. Na prática, isso significa que o preço de fábrica do Mounjaro passa a variar aproximadamente entre R$ 428,44 e R$ 3.722,45, dependendo da dosagem.
Importante destacar: esses valores não incluem impostos, o que pode elevar ainda mais o custo final nas farmácias.
Apesar da autorização, a Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos define apenas o teto. Ou seja, farmácias e distribuidores ainda têm liberdade para praticar preços abaixo desse limite — mas nunca acima.
Enquanto isso, os concorrentes diretos, como Ozempic e Wegovy, ambos da Novo Nordisk, seguem sem reajuste confirmado. A empresa informou que ainda avalia se aplicará o aumento permitido.
🔴 Mesmo sendo um reajuste considerado baixo em termos percentuais, o impacto no bolso pode ser significativo — especialmente porque se trata de medicamentos de alto custo e uso contínuo. O aumento do Mounjaro reforça uma realidade crescente no Brasil: tratamentos modernos e eficazes continuam avançando, mas o acesso ainda é limitado pelo preço.
Agora, a pergunta que fica é: até quando o brasileiro vai conseguir acompanhar essa escalada nos custos da saúde?
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Publicação: Salim Tosta
Jornalismo • Comunicação • Colunista Social
• Presidente do Canal STTV Multiplataforma
• Vice-Presidente da Febtur – Federação Brasileira de Turismo
• Diretor Executivo da Assessoria Nacional de Imprensa FADESP Brasil
• Assessor de Imprensa da AJISP – Agência dos Jornalistas Investigativos do Estado de São Paulo
• Editor da Seção Nacional Especial da Revista Policombat Magazine