A pauta inclui o debrief da missão Axiom-4 à Estação Espacial Internacional (ISS), com Tibor Kapu apresentando lições de engenharia, operações de bordo e resultados científicos aplicáveis a futuras tripulações privadas; o roadmap da Vast, representado por Drew Feustel, destacando o desenvolvimento de estações modulares e a ambição de criar gravidade artificial; a visão “Building for Beyond” da Axiom Space, com Koichi Wakata detalhando a interoperabilidade entre a ISS e a futura Axiom Station; e as soluções da Sierra Nevada Corporation/Sierra Space, apresentadas por Tom Marshburn, que abordará o Dream Chaser® e os habitats infláveis para órbita baixa, conectando desempenho humano, logística e sustentabilidade de missão.
Segundo Gezeravcı, “a nova economia espacial nasce da convergência entre ciência, indústria e cadeias de suprimento, reduzindo custos por meio da reutilização, automação e padronização, e ampliando o acesso à pesquisa, manufatura em microgravidade e serviços em órbita”. Para o público brasileiro, a sessão reforça oportunidades em componentes, materiais avançados, software, telecom, saúde, educação STEM e observação da Terra, além de parcerias em treinamento, ensaios e certificações.
A programação também destaca boas práticas de segurança, governança de dados, interfaces homem-sistema e modelos de financiamento que viabilizam missões comerciais com risco controlado e tempo de giro reduzido entre conceito, teste e operação.
Serviço
Sessão técnica: Espaço Comercial e Novas Tecnologias para Operações Aeroespaciais
Data: 4 de novembro de 2025, das 17h às 19h30
Local: Club Med Lake Paradise — Mogi das Cruzes (SP)
Moderação: Alper Gezeravcı (Axiom Space)
Participações: Tibor Kapu (Axiom-4 Flight Review); Drew Feustel (Vast); Koichi Wakata (Axiom Space – Building for Beyond); Tom Marshburn (Sierra Nevada Corporation/Sierra Space)
Panorama setorial
O setor aeroespacial é um dos motores mais dinâmicos da economia global, sustentado por três pilares: aviação, manufatura aeroespacial/defesa e economia espacial.
Somente a aviação — considerando transporte aéreo, cadeia produtiva e turismo induzido — gerou em 2023 US$ 4,1 trilhões, o equivalente a 3,9% do PIB mundial, e 86,5 milhões de empregos, segundo dados da IATA/ATAG (Oxford Economics).
A Space Foundation aponta que a economia espacial alcançou US$ 613 bilhões em 2024, com 78% provenientes do setor comercial (satélites, lançamentos e serviços em solo), evidenciando uma forte aceleração de receitas e de novos serviços digitais.
Na manufatura e defesa aeroespacial, os efeitos são igualmente expressivos: a Europa emprega 1,03 milhão de pessoas no setor, enquanto nos Estados Unidos o segmento A&D (Aerospace & Defense) sustenta mais de 2,2 milhões de postos de trabalho, representando 1,5% do PIB americano — indicadores do peso industrial, tecnológico e estratégico desse complexo econômico global.
Presença brasileira e visão institucional
A presença de representantes brasileiros no ASE 2025 reforça o papel estratégico do país no cenário aeroespacial global. O Brasil consolida-se como parceiro relevante em ciência, inovação e tecnologia orbital, com universidades, startups e centros de pesquisa participando de cooperações internacionais em engenharia espacial, materiais avançados e aplicações em microgravidade.
O evento também simboliza o diálogo entre a tradição científica e os valores humanos e espirituais que inspiram o progresso. Nesse contexto, o Grande Priorado Templário do Brasil reconhece a importância da busca pelo conhecimento e da expansão das fronteiras humanas como expressões da vocação divina de compreender e cuidar da Criação — um chamado à união entre fé, ciência e propósito.
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